A Energia do Coronavírus

Viva,

Vivemos um momento importante na nossa história coletiva, não só enquanto portugueses e europeus, mas também como cidadãos do mundo. Nunca estivemos tão interligados e interdependentes como hoje, para o melhor e também para o pior. Refiro-me, como é óbvio, ao coronavírus. Mas vamos por partes!

Primeiro: o que é o coronavírus?

Os coronavírus são um grupo de vírus que podem causar infeções nas pessoas. Normalmente estas infeções estão associadas ao sistema respiratório, podendo ser parecidas a uma gripe comum ou evoluir para uma doença mais grave, como pneumonia. Apesar de se tratar de um novo tipo de coronavirus e ainda não existir um total conhecimento sobre este, sabe-se que é diferente dos outros, nomeadamente muito mais agressivo a nível da sua propagação (DGS).

Segundo: vírus é igual a doença?

SARS-CoV-2 é o nome do novo coronavírus que foi detetado na China, no final de 2019, e que significa “síndrome respiratória aguda grave – coronavírus 2”. A COVID-19 é a doença que é provocada pela infeção do coronavírus SARS-CoV-2 (DGS).

Terceiro: todas as pessoas que testam positivo para o vírus SARS-CoV-2 irão desenvolver a doença COVID-19?

Não. Tal como qualquer outra infeção viral, o mero diagnóstico da presença do vírus não é condição para progressão para doença. Relativamente a este novo coronavírus, e de acordo com os primeiros dados vindos da China, sabemos que existem pessoas que foram expostas a pessoas portadoras do vírus e que não ficaram infetadas, nem desenvolveram a doença. Não sabemos ao certo porquê. Pode ser porque estas pessoas têm alguma resistência genética ainda desconhecida, ou porque o seu Sistema Imunitário conseguiu conter o vírus e impedir que desencadeasse a doença.

Quarto: isso quer dizer que existe um exagero à volta desta questão?

Não. A situação é mesmo problemática. Tal como temos visto em outros países, nomeadamente em Itália, a situação é potencialmente perigosa para uma parte significativa da nossa população mais vulnerável. O maior problema deste vírus é a sua rápida progressão, infetando muitas pessoas num curto espaço de tempo. Numa época normal de vírus da gripe, que dura entre dezembro e março, e como todos bem sabemos, os nossos Serviços de Urgência já ficam sobrecarregados, agora imagine toda essa concentração nos hospitais num espaço de dias ou semanas… acha que o sistema vai aguentar? Não, não vai. Nenhum sistema de saúde no mundo está preparado para esta afluência num espaço de tempo tão curto.


Quinto: o que fazer?

Mais do que uma questão política, penso que estamos perante uma questão cívica, cada um de nós deve decidir o que fazer de acordo com a melhor informação disponível e a sua situação particular. O que posso recomendar é:

  1. não entre em pânico! Para além do sofrimento psicológico associado, emoções fortes como medo, ansiedade, pânico e stress provocam a supressão do Sistema Imunitário, debilitando as nossas defesas numa altura em que devem estar fortes.

  2. seguir as indicações das autoridades de saúde.

  3. manter os contactos sociais ao mínimo durante as próximas semanas. Esta talvez seja a medida mais difícil de tomar, mas provavelmente será a mais eficaz, desde que seja respeitada pela maioria. A maior parte das pessoas que vier a ser infetada pelo vírus SARS-CoV-2 não terá grandes problemas de saúde, para além dos sintomas comuns de uma gripe. Mas essas pessoas podem contagiar outras pessoas mais vulneráveis, comprometendo a resposta do Sistema Nacional de Saúde, inclusive mesmo a questões do dia-a-dia. Por exemplo, uma criança tem um acidente grave e necessita de ser operada e internada urgentemente, mas se o sistema estiver colapsado, poderá não ter acesso a recursos humanos ou materiais essenciais que lhe podem salvar a vida, este é um dos grandes problemas que se podem vir a colocar. Não existe respostas fáceis e cada pessoa deve ponderar o que fazer, de acordo com a sua situação específica. Pessoalmente, com custo pessoal e profissional, e apesar de estar bem de saúde, decidi cancelar todas as minhas consultas até ao final deste mês e permanecer em casa o mais tempo possível.

  4. um dos aspetos que mais me tem entristecido em toda esta questão, é o facto de não ter visto abordado na comunicação social qualquer referência a estratégias que as pessoas podem adotar para manter o seu Sistema Imunitário forte e resiliente. Fui relembrado que a visão biomédica, desatualizada e não suportada por evidência científica, de que o corpo é apenas uma máquina passiva, continua a permear e a dominar a prática da medicina e da saúde. Não acredite nisto! Existe muito que pode fazer para manter as suas defesas imunitárias fortes, desde logo:

  • não entre em pânico e controle as suas emoções, principalmente o medo e a ansiedade. Existe um protocolo de equilíbrio emocional rápido de executar e muito eficaz na gestão emocional (veja aqui)

  • mantenha a sua energia equilibrada ao longo do dia com os exercícios da RED – Rotina Energética Diária (veja aqui)

  • massaje os Pontos Reflexos Neurolinfáticos para ajudar o seu corpo a libertar rapidamente toxinas, fortalecendo assim o seu Sistema Imunitário. Toque nas zonas indicadas e se estiverem doridas quer dizer que necessitam ser massajadas (principalmente, Pulmão - Lung, Rim-Kidney, Baço-Spleen e Fígado-Liver). Massaje circularmente cada um dos pontos durante cerca de 30 seg. todos os dias, focando-se particularmente nos pontos mais doridos.



  • A minha mentora e amiga Donna Eden, uma pioneira no campo da Medicina Energética, tem um vídeo recente em que aborda esta questão. Vejam aqui

Por mais estranho que pareça, olho para estes tempos de crise como uma oportunidade. Num mundo que se habituou a viver a uma velocidade vertiginosa, desacelerar, pode ser mesmo aquilo que a nossa sociedade precisa, respirar fundo, reavaliar e olhar para o essencial, para aquilo que verdadeiramente é importante na vida.


Espero que esta informação vos seja útil e faço votos para que se mantenham bem e com saúde.


Até breve,


João Pestana

0 visualização

VISITE-NOS NAS REDES SOCIAIS 

  • Facebook Social Icon
  • LinkedIn Social Icon
  • Google+ Social Icon
  • YouTube Social  Icon

Copyright@2020 Método Pestana

Portugal - Algarve

Email: info@metodopestana.com

© 2010 - 2020 Método Pestana. A informação contida nesta página pode ser citada livremente sem necessidade de permissão prévia do autor, desde que não seja alterada ou manipulada, sob qualquer forma, e que seja mencionado o link de origem: www.metodopestana.com