Buscar

Amor no Séc. XXI

Se existisse uma palavra que pudesse definir as relações amorosas no séc. XXI, uma das principais concorrentes seria, sem dúvida, "complexidade".

Para além das expectativas, por vezes irrealistas, existem outros desafios inevitáveis para os casais do séc. XXI, nomeadamente, insegurança na atividade profissional, o não esclarecimento e aceitação prévia das tarefas a desempenhar por cada parceiro no dia a dia do casal, imaturidade emocional, padrões de vinculação na infância disfuncionais, traumas emocionais associados a relações anteriores que não foram resolvidos… isto para nomear apenas alguns dos menos conhecidos. E tudo isto ainda antes mesmo de o casal ter pensado, sequer, em ter filhos!


Toda esta "complexidade" pode, facilmente, sobrecarregar a relação e provocar tensão no casal que, regra geral, não dispõe de ferramentas adequadas para gerir eficazmente estes momentos de stress.


Não será de admirar, portanto, que em cada 100 casamentos realizados em Portugal, 61 acabem em divórcio (Pordata, dados de 2019). Ou seja, a taxa de sucesso para quem casa hoje em Portugal é de 39%!


Quantos de nós iniciaríamos algo de tão importante, como é comprometer a nossa vida com outra pessoa, se soubéssemos de antemão que a taxa de sucesso seria de apenas 39%? Por exemplo, entraríamos numa parceira de negócios com outra pessoa, ou aceitaríamos receber uma vacina, sabendo de antemão que teria uma taxa de fracasso de 61%? Bem sei que não existem respostas certas ou erradas, e que são coisas diferentes e que não podem ser avaliadas da mesma maneira, mas não deixa de ser interessante pensar sobre isto.


Mas, então, se a taxa de sucesso para os casamentos é tão baixa, a pergunta que se coloca é: por que razão as pessoas continuam a querer casar?


A resposta é simples: por amor!


Todos nós queremos amar e ser amados, se possível, de igual maneira e intensidade. Mas também sabemos, quem já esteve num relacionamento sério, que o amor é um pouco como uma planta, é preciso proteger e nutrir…diariamente!


Existem muitas formas de podermos fazer isto, tantas quanto existem relações, todas únicas e singulares, também como as duas pessoas que as constituem.


No entanto, uma das dimensões menos reconhecidas no amor é a sua componente energética. Saber reconhecer e reagir de forma adequadas às diferenças energéticas de cada um dos parceiros é um aspeto essencial para desenvolver compaixão por essas mesmas diferenças, principalmente durante momentos de stresse e tensão.


O Programa As Energias do Amor aborda esta questão energética dos relacionamentos e já se encontra disponível no site do Método Pestana AQUI


João Paulo Pestana



137 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo
Captura%20de%20Ecr%C3%A3%20(212)_edited.

VISITE-NOS NAS REDES SOCIAIS 

  • Facebook Social Icon
  • LinkedIn Social Icon
  • YouTube Social  Icon

Copyright@2021 Método Pestana

Portugal - Algarve

Email: info@metodopestana.com

© 2010 - 2021 Método Pestana. A informação contida nesta página pode ser citada livremente sem necessidade de permissão prévia do autor, desde que não seja alterada ou manipulada, sob qualquer forma, e que seja mencionado o link de origem: www.metodopestana.com