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Blog Método Pestana
Saúde. Bem-Estar. Desenvolvimento Pessoal.


Parte 3 — Antidepressivos: eficácia limitada, riscos reais e o que isto significa para quem sofre com depressão.
Os antidepressivos tornaram‑se, nas últimas décadas, uma das respostas mais comuns ao sofrimento emocional. São prescritos em massa, muitas vezes na primeira consulta, e frequentemente apresentados como tratamentos eficazes para “corrigir” um suposto desequilíbrio químico. Mas quando olhamos para a investigação científica, para a experiência de muitos pacientes e para a própria história destes medicamentos, surge um quadro muito mais complexo — e, por vezes, desconfortável. E
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há 2 dias3 min de leitura


Parte 2 — Diagnosticar depressão sem exames: o que isto revela sobre a forma como entendemos o sofrimento.
A depressão é frequentemente apresentada como uma doença médica, comparável a diabetes, hipertensão ou cancro. Mas, ao contrário dessas condições, não existe qualquer exame que permita confirmar o diagnóstico . Não há análises ao sangue, marcadores biológicos, testes de imagem ou medições fisiológicas que indiquem que alguém “tem depressão”. O diagnóstico é feito exclusivamente através de questionários e entrevistas clínicas. Esta realidade levanta questões profundas sobre a
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14 de mar.5 min de leitura


Parte 1 — O mito do “desequilíbrio químico”: a história que moldou (quase) tudo o que pensamos sobre depressão.
A ideia de que a depressão é causada por um “desequilíbrio químico no cérebro” tornou‑se uma das narrativas mais influentes da medicina moderna. Durante décadas, foi repetida em consultórios, campanhas de saúde pública, anúncios televisivos e até em conversas informais entre amigos. Tornou‑se tão familiar que quase ninguém a questiona. Mas familiaridade não é o mesmo que verdade. O que sabemos hoje é que esta explicação simples — quase sedutora na sua clareza — nunca foi comp
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7 de mar.4 min de leitura
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